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Projetos

Como a gfadel. estrutura um projeto de automação

Como a gfadel. estrutura um projeto de automação em 5 etapas: descoberta, planejamento, implementação, testes e evolução, com entregas definidas em cada fase.

Equipe gfadel. 6 min de leitura
Ilustração abstrata em preto e branco com cinco círculos conectados por uma linha fina, representando etapas sequenciais de um projeto

Contratar um projeto de automação gera dúvidas legítimas: o que exatamente será entregue, quanto da equipe vai ser envolvido, como saber se a solução funciona antes de colocá-la no dia a dia. Quando essas respostas não estão claras, o projeto corre o risco de virar uma sequência indefinida de ajustes.

Por isso, na gfadel. todo projeto de automação segue uma estrutura em cinco etapas: Descoberta, Planejamento, Implementação, Testes e Evolução. Neste artigo, mostramos o que acontece em cada uma, o que pedimos ao cliente e o que ele recebe ao final de cada fase.

O que o cliente fornece antes de começar

Uma boa automação começa antes da primeira linha de código. Para entender o processo de verdade, precisamos de informações que só quem vive a rotina tem. Pedimos, basicamente, quatro coisas:

  • A descrição do processo manual, passo a passo. Quem faz, em que ordem, em quais sistemas, quanto tempo leva cada etapa.
  • As regras de negócio e as exceções. O que acontece quando um campo vem vazio, quando um valor passa de determinado limite, quando o cliente não responde. As exceções costumam ser a parte mais importante.
  • Documentos de exemplo. Planilhas, formulários, e-mails, PDFs ou relatórios que entram e saem do processo, de preferência com dados anonimizados.
  • Os objetivos. O que precisa melhorar: reduzir tempo, evitar erros, eliminar digitação duplicada, ter mais visibilidade sobre o andamento.

Não é preciso entregar tudo isso formatado. Uma conversa e alguns arquivos já ajudam muito. Mas, se quiser se preparar, o nosso guia do cliente mostra como documentar um processo antes de contratar uma automação.

Etapas 1 e 2: descoberta e planejamento

Descoberta

Nesta etapa, entendemos a rotina atual, os sistemas envolvidos e o problema que precisa ser resolvido. Conversamos com quem executa o processo, analisamos os documentos de exemplo e verificamos se os sistemas permitem integração, por exemplo por API. Se o tema for novo para você, explicamos esse conceito em o que uma API pode fazer pela sua empresa.

O que o cliente recebe: um mapeamento do processo atual, com as etapas, os gargalos identificados e uma avaliação inicial de viabilidade. Às vezes, a conclusão é que a melhor solução não é automatizar, e sim simplificar uma etapa.

Planejamento

Com o processo entendido, definimos como a solução vai funcionar: quais regras serão aplicadas, quais integrações são necessárias, quais são as dependências, os riscos e os critérios de sucesso. Também decidimos onde a IA faz sentido e onde regras simples bastam.

O que o cliente recebe: um escopo aprovado, com o desenho do fluxo, o que está incluído e o que não está, e os critérios que serão usados para considerar a entrega concluída. Projetos simples costumam levar de 3 a 10 dias; projetos maiores são divididos em etapas, cada uma com sua própria entrega.

Etapas 3 e 4: implementação e testes

Implementação

Construímos a solução dentro do escopo aprovado. Isso inclui as integrações entre sistemas, as regras de negócio, as validações de dados e o tratamento de falhas: o que fazer quando um sistema está fora do ar, quando um dado chega incompleto ou quando uma credencial expira. Você pode ver um exemplo animado desse tipo de fluxo em como funciona uma automação.

O que o cliente recebe: atualizações sobre o andamento e, ao final, a solução pronta para testes.

Testes

Esta é uma das etapas mais importantes. Testamos a automação com dados reais anonimizados, cobrindo os caminhos normais e as exceções levantadas na descoberta. Depois, o cliente valida a solução em um ambiente de homologação, uma cópia separada do ambiente de uso real, onde é possível testar sem afetar a operação.

O que o cliente recebe: um relatório dos cenários testados e a oportunidade de aprovar a solução antes da entrada em produção.

Etapa 5: evolução, monitoramento e suporte

Uma automação não termina na entrega. Sistemas são atualizados, regras de negócio mudam e novos casos aparecem. Por isso, a quinta etapa trata da continuidade:

  • Monitoramento: registros de execução e alertas para identificar falhas rapidamente.
  • Suporte: um canal para relatar problemas e tirar dúvidas sobre o funcionamento.
  • Melhorias: com a automação em uso, surgem oportunidades de ajuste ou de expansão para outros processos.

O que o cliente recebe: a documentação final, o acompanhamento combinado e uma avaliação de próximas melhorias, quando fizerem sentido.

Documentação e segurança em todas as etapas

Dois cuidados atravessam o projeto inteiro.

Documentação. Registramos como a automação funciona, quais sistemas ela acessa, quais regras aplica e como agir em caso de falha. Assim, a empresa não fica dependente da memória de uma pessoa para entender o próprio processo.

Segurança. Algumas práticas que seguimos:

Prática Por que importa
Permissões mínimas A automação acessa apenas o que precisa para funcionar
Credenciais protegidas Senhas e chaves de acesso não ficam expostas em planilhas ou mensagens
Dados anonimizados nos testes Informações sensíveis não circulam durante o desenvolvimento
Ambiente de homologação Testes não interferem na operação real
Registros de execução Permitem rastrear o que aconteceu em cada etapa

Conclusão: um processo claro gera uma entrega previsível

Estruturar o projeto em etapas não é burocracia. É o que permite alinhar expectativas, testar antes de colocar em uso e evitar surpresas. O cliente sabe o que fornecer, o que vai receber e em que momento aprova cada parte.

Se você ainda está escolhendo qual processo automatizar primeiro, o artigo diagnóstico de processos: por onde começar a automatizar ajuda a dar esse primeiro passo.

Sua empresa tem uma rotina que gostaria de simplificar? Vamos mapear o processo juntos e definir um escopo claro antes de qualquer implementação. Fale com a gfadel.

“Automatizar não é apenas usar tecnologia. É simplificar o que já poderia ser mais eficiente.”

Quer levar isso para o seu processo? A gfadel. mapeia o fluxo, conecta as ferramentas e define as validações com você.

TagsAutomaçãoProjetosMetodologia